Expressando a minha opinião, me oponho a tal projeto. No meu modo de ver, não deve haver a proibição da introdução dessas substâncias, mas sim, uma maior fiscalização por parte da ANVISA, órgão estatal. Afinal, não já há uma lei que bebidas alcoólicas e cigarros só podem ser vendidos a maiores de 18 anos? O problema é que, quantas vezes, nesses botecos, nessas mercearias, você já pôde presenciar menores adquirindo o produto? Já perdi as contas das quantas. Logo, o que falta é uma fiscalização rigorosa, eficaz, nesses estabelecimentos. E, todos nós sabemos, bem no fundo a gente sabe, o quão modeladora é essa sociedade. Essa massificação influenciadora. Que te induz, induz-te a pensar como um todo, a agir e se comportar dentro dum padrão que dizem ser correto para a sociedade. Então, quem vai fumar, quem sente vontade em experimentar, não vai agir de tal forma porque na embalagem diz que contém morango ou porque uma imagem ilustrativa da substância é posta na carteira do cigarro. Isso é questão de cultura, o meio em que você conviveu, seja ele tradicional ou moderno. É a sociedade, a geração que te englobou que te modelou. Se você viveu numa família que condenam o cigarro e que te criou um pensamento maléfico a respeito, você não vai usar. Tudo é questão de pensamento, de um pensamento que já vem desde antes consigo, ou seja, ninguém vai fumar porque tem mentol, cereja ou morango.
E, quanto aos fumantes, só posso dizer uma coisa, façam logo suas reservas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário